Tecnologia IOT aplicada à Logística

                               Grupo de Projeto 2 - 28/04/2019


  • Objetivo: Essa postagem tem como objetivo abordar  como a internet das coisas pode contribuir para otimizar processos, melhorar a produtividade, reduzir custos da empresa e agregar valor aos clientes. 







  •  Conteúdo: Internet das coisas é um conceito que se refere a interconexão digital de objetos do cotidiano com a internet.
Em outras palavras a internet das coisas nada mais é do que uma rede de objetos físicos conectados com a rede, sendo capaz de receber e transferir informações, acaba sendo uma extensão da internet possibilitando que objetos do dia a dia ( com capacidade computacional e de comunicação) se conectem com a internet, a conexão com a rede  permite que eles sejam controlados remotamente e que possam ser acessados como provedores de serviços.  

Coisas do cotidiano se tornam inteligentes e têm suas funções ampliadas por cruzamento de dados. É o que acontece quando um assistente virtual cruza dados dos seus dispositivos conectados para te informar, mesmo que você não tenha pedido, o tempo que você levará para chegar ao trabalho quando você senta no seu carro para sair de casa. 

Desde 2017 existem mais objetos na internet do que as 7 bilhões de pessoas no mundo, estima-se que em 2020, 12 bilhões de dispositivos estejam conectados à IoT, o que demonstra a importância de se refletir sobre esse processo. 

A verdade é que a Internet das coisas possibilita inúmeras oportunidades e conexões, muitas das quais não conseguimos imaginar nem entender completamente seu impacto nos dias de hoje. 
Os dispositivos vestíveis, como relógios inteligentes, acessórios com sensores, e fones de ouvido para monitoramento de exercício, estão apenas recentemente sendo mais amplamente adotados e usados pelas pessoas. Estes objetos são clássicos exemplos de dispositivos conectados que integram a Internet das Coisas. 

O conceito de internet das coisas foi proposto em 1999, por Kevin Ashton, no Laboratório de Auto-ID do onde se realizavam pesquisas no campo da identificação por radiofrequência em rede (RFID) e tecnologias de sensores. Atualmente, a expressão "internet das coisas" se aplica à conexão avançada de dispositivos, sistemas e serviços que vai além da tradicional (máquina a máquina) e abarca uma ampla variedade de protocolos, domínios e aplicações.




Internet das coisas na Logística:

Em um mundo cada vez mais hiper conectados, as indústrias são incentivadas a inovar incorporando soluções que otimizem a cadeia de produção. 

No campo da logística, ligar ou desligar as luzes de um tanque – de qualquer lugar – ou controlar a temperatura das máquinas por sensores sem a necessidade de fazê-lo manualmente são exemplos de internet das coisas no setor, ou seja, o setor logicístico  e um dos que mais tem processo  que podem ser implementado a internet das coisas. 

Ter um sistema que acompanha de forma dimica os processos feito por máquina pode apresenta um grande aumento na produtividade e qualidade tendo os seguintes benefícios: 

  • eficácia em sustentabilidade; 
  • aumento da inteligência nas operações estratégicas; 
  • automação de processos e de veículos. 

FROTA:

Os maiores problemas do setor logístico em questão a frota e a localiza~~ao exata dos veículos, se estão ligados ou desligados e estão seguindo a rota planejadas
 a internet das coisas permite a incorporação de ferramentas que revelam essas informações e as transmitem via rede celular ou Wi-Fi para uma plataforma on-line que as compreende e analisa, obtendo dados importantes para a tomada de decisões. 

A internet das Coisas proporcionou um avanço tecnológico interessante às empresas. Parecia ser algo distante de acontecer, mas, atualmente, é possível conectar os veículos de transporte ao ambiente — estradas, sinais, demais veículos da frota e ao próprio Centro de Distribuição.

A Lei do Motorista (Lei 13.103/2015) trouxe inúmeras modificações para o contrato de trabalho firmado com os motoristas em nosso país. Entre essas mudanças, estabeleceu-se uma jornada de trabalho fixa, já que era comum a existência de viagens sem qualquer intervalo de descanso — um dos grandes responsáveis pelos acidentes nas estradas.
Apesar dessa importante disposição, sabe-se que esse controle não é tão simples, especialmente se a empresa não fizer uso de sistemas online de monitoramento de seus caminhões.
O uso de sistemas inteligentes confere mais segurança nesse sentido, pois o gestor tem acesso em tempo real aos dados dos veículos e do motorista, ficando informado, por exemplo, do tempo já gasto na viagem e dos intervalos desfrutados. Em caso de descumprimento das normas, é possível realizar o contato imediato com o funcionário e, assim, evitar as sanções previstas na lei.

CARGA:

É essencial ter o conhecimento e a garantia sobre a carga que está sendo transportada, além de confirmar se os parâmetros de cuidados necessários estão sendo seguidos e de que não há alterações entre a saída do depósito e a chegada ao destino. 
A internet das coisas permite otimamente garantir a chegada do produto ao destino por meio da incorporação de sensores, que possibilitam medir a temperatura do produto ou do compartimento frio que o transporta, sentir vibração em mercadorias frágeis, detectar mudança de pressão, acústica, volume, entre outros fatores relevantes. 

Armazém:

O armazém também é um dos grandes beneficiários e a variedade de usos e aplicações parece quase infinita. As prateleiras equipadas com sensores de peso e dimensões podem avisar se o palete que acabou de ser colocado corresponde àquele local, se a colocação pelo operador não foi correta e é necessário uma movimentação, ou mesmo se há risco de queda. 

Além disso, um armazém pode ter a localização das mercadorias que receberá dos diferentes caminhões, de acordo com o horário de chegada, tipo, volume e peso. 

Com essas ferramentas, é possível conquistar uma enorme precisão dos níveis de estoque, além de facilitar o inventário e o processamento e separação dos pedidos — que ficam mais rápidos e seguros.
A implementação de um sistema RFID diminui os processos manuais — mais lentos e propensos a erros —, reduzindo a movimentação de pessoas nos corredores dos Centros de Distribuição e até o desperdício de combustível, já que a localização e rastreamento das mercadorias são feitos de maneira automatizada trazendo os seguintes benefícios:
  • Detecção de avarias;
  • Prevenção de acidentes por meio de sensores;
  • Otimização automática de rotas;
  • Picking automático;
  • Economia no consumo de energia.

CADEIA DE SUPRIMENTOS:

A implantação de sensores e sua interconexão tornam as cadeias de suprimentos mais eficientes e confiáveis. As perdas dos processo são reduzidas por terem fluxos de produção melhor controlados. 

Isso torna os processos mais precisos e promove ainda mais o uso do Just in Time (faça no tempo certo ou produção puxada), que resulta em melhores demandas para cumprimento de prazos, que estão se tornando cada vez mais estreitos com os avanços da tenologia na industria 4,0.

Dessa forma, as empresas têm à disposição mapas mais completos e precisos de seus processos, aprimoram o conhecimento do tempo utilizado para fabricar, armazenar e transportar seus produtos, além de conhecerem o status deles em tempo real para que assim possam atender a necessidades de seus cliente na era 4.0.

Deixamos abaixo um breve vídeo com alguns exemplos IOT na logística:




O momento 4.0 não é uma tendência e sim uma realidade. Quem quiser dominar o mercado e sair na frente da concorrência investirá na adoção de tecnologia, e no desenvolvimento de profissionais com visão analítica, potencialização dos resultados apurados com conceitos de Big Data e Cloud Computin.

Na indústria 4.0 com seus sensores e sistemas de controle permitindo que as máquinas se mantenham conectadas a diversas plantas, redes, transportadores, seres humanos e etc. Exigirá uma logística no mesmo viés: conectada, tecnológica, rápida e inteligente.

Deixamos abaixo um vídeo falando um pouco sobre esse assunto:



O grupo também indica a leitura dos artigos abaixo, pois falam sobre a logística 4.0 e a internet das coisas nesse momento:


A internet das coisas, portanto, é o instrumento transformacional que impacta não apenas as antigas formas de se operar e os tradicionais objetivos do supply chain management, mas também será o grande viabilizador de iniciativas futuras. As empresas que ainda não fazem uso dessa tecnologia, precisam ao menos conhece-la e considera-la em suas estratégias futuras para continuarem competitivas em um mercado cada vez mais conectado.





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